Afinal, Jesus volta ou não volta?

Introdução

Há muito tempo Jesus subiu ao céu; a espera se estende por gerações e, com isso, o tema tende a desaparecer das mensagens e do dia a dia das igrejas. Muitos conhecem o relato da ascensão, mas poucos vivem com a expectativa ativa do Seu retorno. Isso nos leva a perguntar: Jesus volta ou não volta?

(1 Tessalonicenses 4:16-17 — versão NAA): “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus; e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares; e assim estaremos para sempre com o Senhor.”

  1. O que Ele prometeu
  • Promessa clara e pessoal: Jesus afirmou que voltaria (João 14:3) e as Escrituras apostólicas descrevem esse retorno como visível, glorioso e decisivo para a história (1 Tessalonicenses 4:16-17).
  • Não é um mito ou símbolo apenas moral: as promessas falam de um encontro real entre o Senhor e seu povo, com ressurreição dos mortos e transformação final.
  • Propósito da promessa: consolo para o sofredor, justiça para os oprimidos, consumação da redenção e estabelecimento pleno do Reino.
  1. O que fazer enquanto aguardamos
  • Viver em santidade prática: a expectativa não excusa a indiferença; chama à transformação do caráter, arrependimento e vida de obediência.
  • Fortalecer a esperança: recordar a fidelidade passada de Deus, meditar nas promessas e alimentar a fé através da Palavra e da oração.
  • Servir aos outros: a espera gera missão — alimentar os fracos, socorrer os necessitados, pregar o evangelho para que mais sejam achados prontos quando Ele vier.
  1. Continuar em missão e vigilantes
  • Vigilância ativa: estar pronto não é viver em pânico, mas em prontidão — ceifeiros trabalhando até o final, orando e velando. Jesus usou parábolas (por exemplo, as dez virgens) para ensinar que prontidão é comportamento comunitário e pessoal.
  • Missão perseverante: a volta do Senhor intensifica, não paralisa, o compromisso missionário — quem espera age para que outros também possam esperar com fé.
  • Comunidade em alerta: a igreja vive em solidariedade, edificando-se mutuamente para suportar provas e manter esperança coletiva.

Conclusão

A Escritura é clara: Jesus voltará. Essa esperança não nos tira do presente; pelo contrário, a torna urgente e santa. Esperar em Jesus significa viver transformados, servir com amor e manter vigilância ativa até o dia em que, segundo a promessa, seremos todos reunidos com o Senhor. Portanto, preparemo-nos: não com medo, mas com obediência, serviço e esperança inabalável.

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